Roçamento da talha elétrica no trilho: 6 causas e ajuste da folga

📋 Resumo de Diagnóstico Rápido

O roçamento da roda contra o trilho e o desvio de percurso na talha elétrica estão entre as avarias mecânicas mais comuns no mecanismo de translação de guindastes. Manifesta-se por atrito anormal entre o aro da roda e o flanco do trilho, acompanhado de chiado metálico, aumento da resistência ao movimento e elevação da corrente do motor. As causas principais agrupam-se em 6 categorias: desvio na precisão de instalação do trilho (desvio de vão > ±5 mm, diferença de nível > ±2 mm), inclinação horizontal do bloco de rodas, dessincronização do mecanismo de transmissão, deformação da estrutura e distribuição irregular da carga por roda. De acordo com a norma GB/T 10183-2005 (tolerâncias de instalação do trilho de roda) e a norma ISO 4301 / FEM 1.001 (projeto de guindastes), a folga normal entre o aro da roda e o flanco do trilho deve ser de 3 a 5 mm; quando o desgaste por roçamento exceder 15% da espessura original, o bloco de rodas deve ser substituído. Este artigo apresenta um procedimento completo de diagnóstico — da identificação dos sintomas à análise das causas, passando pelos critérios de medição e ajuste em campo — para ajudar os técnicos de manutenção a localizar rapidamente a origem do problema.

Roçamento da roda contra o trilho em talha elétrica: 4 sintomas típicos e níveis de gravidade

O roçamento da roda contra o trilho numa talha elétrica não ocorre subitamente; agrava-se de forma progressiva. Segundo as estatísticas do serviço pós-venda da Kelude Indústrias Pesadas, em mais de 80% dos casos os sintomas tornam-se evidentes após 2000 a 5000 horas de funcionamento. O pessoal de manutenção pode identificar rapidamente o estágio da avaria através dos 4 sintomas típicos seguintes:

① Fase inicial: ruído metálico ligeiro e intermitente

Durante o funcionamento, ouve-se um som metálico intermitente, apenas nas juntas de trilho ou num troço específico do percurso. Nesta fase, o desgaste do aro da roda é inferior a 5% e observam-se marcas superficiais claras no flanco do trilho. Recomendação: limpar a superfície do trilho, verificar a folga das juntas de trilho (padrão ≤ 2 mm) e aplicar graxa no trilho.

② Fase intermédia: chiado contínuo e aumento da resistência ao movimento

O ruído transforma-se num chiado agudo e contínuo, e a corrente do motor de translação aumenta 15% a 25% face ao valor normal. Ao toque, o aro da roda apresenta aquecimento evidente (> 60 °C). O desgaste do aro atinge 5% a 10% e surgem sulcos com profundidade superior a 0,5 mm no flanco do trilho. Recomendação: medir a folga entre a roda e o trilho (método da lâmina de folga) e verificar a inclinação horizontal do bloco de rodas.

③ Fase grave: vibração durante o funcionamento e desprendimento de aparas do trilho

A talha apresenta oscilação lateral visível e sentem-se choques periódicos na saída do redutor. O flanco do trilho liberta continuamente aparas metálicas e o desgaste do aro atinge 10% a 15%. Nesta fase, a proteção contra sobrecarga do motor pode disparar periodicamente. Recomendação: parar imediatamente para inspeção, medir o vão e o desnível do trilho e verificar as diagonais da estrutura.

④ Fase perigosa: risco de subida do aro e descarrilamento

O aro da roda apresenta desgaste severo, com perfil em lâmina, e a sua espessura é inferior a 50% do valor de projeto. A cabeça do trilho mostra deformação plástica visível ou crateras de destacamento. Numa zona do percurso, o aro pode subir à superfície do trilho, criando uma situação perigosa. Recomendação: desativar o equipamento, substituir o bloco de rodas e inspecionar e corrigir integralmente o sistema de trilho.

A classificação acima baseia-se nos requisitos técnicos de folga entre roda e trilho da norma GB/T 10183-2005 (tolerâncias de fabrico e instalação de trilhos para pontes rolantes e guindastes de pórtico) e na experiência acumulada pela Kelude Indústrias Pesadas em anos de manutenção em campo. A deteção precoce do roçamento e o ajuste atempado permitem manter os custos de reparação dentro dos valores normais de manutenção; se o problema for adiado até à fase grave, o bloco de rodas e o trilho terão de ser substituídos em simultâneo, com um aumento de custo de 5 a 8 vezes.

Fluxograma de diagnóstico das 6 causas de roçamento da roda contra o trilho em talha elétrica

Diagnóstico das 6 causas de roçamento da roda contra o trilho em talha elétrica: métodos e procedimento

A equipa técnica da Kelude Indústrias Pesadas, com base em centenas de intervenções de manutenção em guindastes, agrupa as causas do roçamento da roda contra o trilho em 6 categorias. Cada categoria corresponde a sintomas e métodos de verificação distintos. O técnico deve seguir o procedimento abaixo, do mais simples ao mais complexo, eliminando as causas uma a uma:

Categoria 1: Desvio na precisão de instalação do trilho (cerca de 40% dos casos)

O desvio de vão fora de tolerância é a causa mais frequente de roçamento. A norma GB/T 10183 estabelece uma tolerância de ±3 mm para vãos ≤ 10 m e de ±5 mm para vãos > 10 m. Valores medidos acima deste intervalo provocam atrito contínuo entre o aro da roda e o flanco do trilho.

Método de verificação: medir o vão com fita métrica de aço ou sensor de distância a laser em 3 pontos — meio do vão e duas extremidades — e registar o desvio máximo. O desnível do trilho mede-se com nível de bolha; o valor admissível é ≤ 2 mm (na mesma secção transversal).

Categoria 2: Inclinação horizontal do bloco de rodas (cerca de 25% dos casos)

O eixo da roda não fica perpendicular à linha central do trilho, criando um ângulo de inclinação horizontal. Quando este ângulo é superior a 0,5°, a roda gera uma componente transversal que empurra a talha para um dos lados, causando roçamento unilateral.

Método de verificação: medir o ângulo entre a face da roda e a linha central do trilho com teodolito ou alinhador a laser. Em alternativa, usar o método do fio de prumo: marcar dois pontos na face da roda (um superior, um inferior) e medir a diferença das distâncias horizontais à linha central do trilho.

Categoria 3: Inclinação vertical da roda e erro de conicidade (cerca de 15% dos casos)

Conicidade irregular da superfície de rolamento ou inclinação vertical da roda originam diâmetros de rolamento diferentes. Quando a diferença entre os diâmetros de rolamento dos dois lados da roda motriz é superior a 0,5 mm, a talha tende a desviar-se para o lado de menor diâmetro.

Método de verificação: medir o diâmetro da superfície de rolamento em 3 pontos com micrómetro externo e calcular a média; medir a inclinação vertical da roda com nível de bolha (valor admissível ≤ 1/400 do diâmetro da roda).

Categoria 4: Dessincronização do mecanismo de transmissão (cerca de 10% dos casos)

Velocidades de rotação diferentes entre os motores de translação dos dois lados, ou folgas de freio desiguais que provocam arrasto unilateral. Quando a diferença de velocidade é superior a 3%, a diferença acumulada de velocidade de translação entre os dois lados gera um torque de desvio.

Método de verificação: medir a velocidade de rotação de cada motor com tacómetro em funcionamento em vazio; medir a folga dos freios dos dois lados (padrão 0,5 a 1,5 mm) e comparar a consistência.

Categoria 5: Deformação da estrutura ou da cabeceira (cerca de 7% dos casos)

Impactos, sobrecarga ou esforços desiguais podem deformar a estrutura da talha, alterando as diagonais entre os eixos das rodas. Uma diferença de diagonais superior a 3 mm provoca roçamento evidente.

Método de verificação: medir as diagonais da estrutura com fita métrica de aço (ligação cruzada entre os centros dos 4 eixos de roda) e comparar os dois valores.

Categoria 6: Distribuição irregular da carga por roda (cerca de 3% dos casos)

Centro de gravidade deslocado ou carga excêntrica provocam diferenças excessivas de carga entre as rodas dos dois lados. Quando a carga na roda do lado mais leve é insuficiente, essa roda tende a deslizar lateralmente sobre o trilho, causando roçamento.

Método de verificação: medir a carga real de cada roda com sensores de carga por roda ou pelo método de elevação, e calcular o coeficiente de irregularidade da carga. Uma relação valor máximo/mínimo > 1,5 é considerada não conforme.

Folga roda-trilho e precisão de instalação do trilho em talha elétrica: 6 parâmetros de controlo

Com base na norma ISO 4301 / FEM 1.001 (projeto de guindastes), na norma GB/T 10183-2005 e nos padrões internos de controlo de qualidade da Kelude Indústrias Pesadas, os parâmetros essenciais de verificação do sistema roda-trilho do mecanismo de translação de talhas elétricas são apresentados na tabela seguinte:

Tabela de referência: 6 parâmetros de precisão de instalação do sistema roda-trilho em talha elétrica

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DetecçãoItem Valor da norma admissível DetecçãoFerramenta e método
TrilhoDesvio de Vão Vão≤10m:±3mm;>10m:±5mm bobina de açoRégua/Sensor de Distância a Laser,Medição no meio do vão na superfície do topo do trilho
TrilhoDiferença de nível na mesma seção transversal ≤2mm(Ponte rolante),≤3mm(Pórtico) nível de bolhaouestação total,a cada3mmedir um ponto
Flange da rodaeTrilhoFolga lateral 3~5mm(lado único) Calibrador de lâminas (feeler gauge)(0.05mmPrecisão),Medição em todas as quatro rodas
Inclinação vertical da roda ≤1/400diâmetro da roda(ou sejadiâmetro da roda400mmquando≤1mm) nível de bolha+Esquadro,roda de mediçãoFace extrema
Ângulo de desvio horizontal da roda ≤0.5°(ou sejadiâmetro da roda400mmdesvio quando≤3.5mm/m) teodolito/Laser alinhador (teodolito a laser)+Régua graduada
Diagonal do chassiDesvio ≤3mm(Capacidade de Elevação≤10t) bobina de açoRégua,Medição cruzada da distância entre eixos das quatro rodas

Norma de Aceitação e Procedimento de Ajuste em 5 Passos para Correção de Roçamento da Roda Contra o Trilho em Talhas Elétricas

O procedimento de ajuste em 5 passos abaixo é recomendado pela especificação técnica da Kelude Indústrias Pesadas e aplica-se às talhas elétricas de cabo dos modelos CD1/MD1 e respetivos carros de translação. Antes de iniciar qualquer ajuste, é obrigatório executar o procedimento de segurança: corte de energia, verificação de ausência de tensão e sinalização com cadeado, garantindo a segurança da intervenção.

Passo 1: Medição dos Dados de Referência

Utilize um calço de folga para medir a folga bilateral entre as flanges das quatro rodas e a lateral do trilho, registando 8 valores de folga (um para cada lado de cada roda). Meça o vão do trilho em 3 pontos (extremidades e centro) com uma fita métrica de aço. Utilize um nível de bolha para verificar as diferenças de altura do trilho. Registe todos os dados na ficha de deteção e calcule a direção e a magnitude dos desvios.

Passo 2: Ajuste da Precisão de Instalação do Trilho

Se o vão ou o desnível do trilho excederem as tolerâncias, o trilho deve ser ajustado em primeiro lugar. Solte os parafusos das gramas de fixação, utilize uma alavanca para ajustar finamente a posição horizontal do trilho (correção do vão) ou adicione/remova calços sob a base do trilho (correção do desnível). Após o ajuste, volte a apertar os parafusos das gramas de fixação (torque ≥ 80 N·m) e realize uma nova medição para confirmar que os valores estão dentro dos parâmetros.

Passo 3: Correção da Inclinação do Bloco de Rodas

Solte os parafusos de ligação entre o mancal do bloco de rodas e a estrutura do carro (mantendo 2 parafusos diagonais ligeiramente afrouxados). Adicione ou remova calços de ajuste (nas espessuras de 0,5 mm, 1 mm e 2 mm) na lateral do mancal, calculando a espessura necessária com base nos dados medidos. Após a colocação dos calços, aperte os parafusos em sequência diagonal e volte a medir a inclinação do bloco de rodas.

Passo 4: Sincronização e Regulação

Ajuste a folga dos dois freios de forma idêntica (verifique com calço de folga: 0,5 a 1,5 mm). Com a talha sem carga, ligue a alimentação elétrica e meça a velocidade de rotação dos dois motores com um tacómetro. Se a diferença de rotação for superior a 3%, verifique a fiação do motor (consistência da ligação estrela/triângulo), a sequência de fases da alimentação e a correspondência dos valores de resistência do rotor.

Passo 5: Teste de Carga e Aceitação

Execute 3 ciclos de deslocação sem carga, ouvindo atentamente para detetar ruídos anormais de fricção. Execute 2 ciclos com meia carga (50% da carga nominal), observando a trajetória das rodas. Execute 1 ciclo com carga total. Após a paragem, toque imediatamente nas flanges das quatro rodas para verificar a temperatura (uma diferença de temperatura inferior a 20 °C é considerada aceitável). Meça novamente as folgas das quatro rodas; uma diferença bilateral inferior a 2 mm indica que o ajuste foi bem-sucedido.

Tabela de Referência para Avaliação de Desgaste e Padrões de Manutenção/Substituição de Rodas e Trilhos de Talhas Elétricas

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DesgasteLocal LeveDesgaste(Continuar em uso) GraveDesgaste(Deve ser substituído)
Aro de RodaEspessura Medição do desgaste no meio do vão na superfície do topo do trilho≤Espessura original15% Medição do desgaste no meio do vão na superfície do topo do trilho>Espessura original15%,ou aparecimento deTrinca
Superfície de RolamentoDiâmetro Medição do desgaste no meio do vão na superfície do topo do trilho≤Diâmetro original2% Medição do desgaste no meio do vão na superfície do topo do trilho>Diâmetro original2%,ou aparecimento de descascamento
TrilhoLado da cabeçaDesgaste DesgasteProfundidade≤1mm DesgasteProfundidade>1mmoularguraRedução>10%
Junta de TrilhoFolga lateral ≤2mm,Diferença de nível na mesma seção transversal≤0.5mm Folga lateral>2mmou aparecimento de degrau desalinhado
Eixo da RodaRolamento Folga radial≤0.15mm,RotaçãoFlexível Folga radial>0.15mmou presença deRuído anormalTravamento
Grama de Fixaçãocom a fundação ParafusoApertoSem afrouxamento,Fundação sem trincas Placa de pressãoFraturaou afrouxamento da fundação>2mm

Cartão Rápido: 6 Indicadores-Chave para Diagnosticar Roçamento de Roda em Talha Elétrica

Folga Padrão Roda-Trilho

3~5mm

Por lado, medir nas quatro rodas

Desvio Máx. do Vão do Trilho

±5mm

Aplicável para vão >10m

Limite de Substituição do Aro

>15%

Percentagem da espessura original

Desnível Admissível

≤2mm

Topo do trilho na mesma secção

Período Crítico de Roçamento

2000~5000h

80% das falhas surgem neste período

Tolerância Diagonal do Carro

≤3mm

Capacidade de Elevação ≤10t

Os carrinhos de translação das talhas elétricas das séries CD1/MD1 da Kelude Indústrias Pesadas passam por inspeção completa da precisão do ajuste roda-trilho antes da expedição. O bloco de rodas utiliza aço forjado 42CrMo, temperado e revenido, seguido de maquinagem de precisão. A dureza da superfície de rolamento é HRC32~38, com folga lateral do flange da roda de 4mm. O equipamento inclui ainda estrutura de mancal ajustável, permitindo a correção do desalinhamento horizontal no local sem desmontar as rodas, reduzindo significativamente o tempo de manutenção associado ao roçamento. A Kelude recomenda uma inspeção especializada do sistema roda-trilho a cada 2000 horas de operação, eliminando o problema numa fase inicial.

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Perguntas Frequentes

P: Como distinguir entre roçamento da roda e atrito normal roda-trilho numa talha elétrica?

R: O contacto normal roda-trilho limita-se ao atrito de rolamento entre a superfície de rolamento da roda e o topo do trilho; o flange da roda não deve contactar o lado do trilho. O roçamento caracteriza-se por atrito de deslizamento indevido entre o flange e o lado do trilho. Critério de diagnóstico: medir a folga entre o flange e o lado do trilho com uma lâmina de calibrador. Se houver uma folga de 3~5mm em ambos os lados, a situação é normal; se a folga for zero num dos lados, acompanhada de ruído metálico de raspagem, flange brilhante ou aquecido, ocorreu roçamento. A Kelude recomenda medir a folga mensalmente e registar a tendência de variação.

P: O que estipula a norma ISO 4301 sobre o desnível na montagem do trilho do guindaste?

R: A norma ISO 4301 estipula que o desnível entre os topos dos dois trilhos na mesma secção de uma ponte rolante deve ser ≤2mm (para bitola ≤10m) e ≤3mm para guindaste de pórtico. Ao longo do comprimento do trilho, o desnível em qualquer secção de 2m deve ser ≤1mm. Se o desnível exceder o limite, a talha gera uma força lateral que empurra as rodas para o lado mais baixo, sendo uma das principais causas de roçamento unilateral. Para a deteção, utilizar um nível de bolha com precisão NA2 ou superior, medindo uma secção a cada 3m. A equipa de instalação de trilhos da Kelude utiliza um nivelador laser para garantir que o desnível total seja inferior a 1mm.

P: Quando é obrigatória a substituição das rodas da talha elétrica devido a desgaste por roçamento?

R: De acordo com a norma ISO 4301 e as regras de inspeção periódica de equipamentos de elevação TSG Q7015-2016, as rodas devem ser substituídas imediatamente se ocorrer qualquer uma das seguintes condições: ① desgaste da espessura do flange da roda atingir 50% da espessura original (ou seja, espessura restante <50% do original); ② desgaste da superfície de rolamento atingir 2% do diâmetro original; ③ aparecimento de trincas ou descamação na superfície de rolamento ou no flange; ④ aparecimento de cavidades com profundidade >1mm na superfície de rolamento. Na prática de manutenção, a Kelude recomenda planear a substituição quando o desgaste do flange exceder 15%, evitando a aceleração rápida do desgaste que pode danificar também o trilho.

P: Quanto custa aproximadamente um ajuste de alinhamento da talha elétrica?

R: Apenas para ajuste de desvio do trilho e do bloco de rodas (sem substituição de peças), o serviço no local da Kelude Indústrias Pesadas custa entre 1.500 e 3.000 CNY por máquina (incluindo uso do instrumento de medição e 2 pessoas por meio dia de mão de obra), dependendo do comprimento do trilho e da dificuldade do ajuste. Caso seja necessária a substituição do bloco de rodas, o bloco individual do modelo CD1 custa cerca de 200 a 500 CNY (conforme a tonelagem), enquanto o bloco de rodas de dupla velocidade do modelo MD1 é aproximadamente 30% mais caro. A substituição completa dos quatro blocos, incluindo mão de obra, fica entre 2.000 e 4.000 CNY. Se o trilho estiver severamente deformado e exigir substituição integral, o material do trilho custa cerca de 80 a 150 CNY por metro. Recomenda-se realizar uma detecção preventiva e ajuste a cada 2.000 horas de operação, com custo de 500 a 800 CNY, evitando assim reparos de manutenção superiores a 5.000 CNY em caso de falhas.

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