Norma de Disposição de Controlos para Guindaste de Lança

A norma GB/T 24817.4-2009 — «Equipamentos de elevação — Disposição e características dos dispositivos de controle — Parte 4: Guindastes de lança» — é a norma específica para a disposição dos dispositivos de controle em guindastes de lança. A norma considera a complexidade operacional e o elevado número de mecanismos característicos de guindastes portal, guindastes de mastro, guindastes flutuantes e guindastes de convés, detalhando os requisitos de disposição e direção de operação dos dispositivos de controle, em conformidade com a ISO 7752-4:1989 (MOD).

A GB/T 24817.4-2009 é a Parte 4 da série de normas para disposição de dispositivos de controle em guindastes. Considerando as características estruturais e os requisitos de controle específicos dos guindastes de lança, esta norma estabelece requisitos específicos para a classificação, disposição e características de operação dos dispositivos de controle. Segue uma análise dos requisitos principais desta norma.

Disposição dos dispositivos de controle em guindastes de lança conforme GB/T 24817.4-2009


Posicionamento da norma e características dos guindastes de lança

A GB/T 24817.4-2009 é a Parte 4 da série GB/T 24817, dedicada especificamente aos guindastes de lança. Em comparação com guindastes de tipo pórtico e guindastes móveis, os guindastes de lança geralmente possuem mais mecanismos de operação: além dos três mecanismos principais — elevação, giro e variação de alcance —, o guindaste portal inclui o controle combinado da translação da ponte e da rotação da plataforma giratória; o guindaste flutuante requer compensação do trim e da inclinação transversal do casco; e o guindaste de convés é tipicamente acionado hidraulicamente com rotação completa. A estação de operação dos guindastes de lança está geralmente localizada na parte superior do pórtico ou na plataforma giratória, proporcionando um bom campo de visão em todas as direções, embora o espaço operacional seja limitado. A norma detalha a disposição, as características de operação e a divisão funcional dos dispositivos de controle com base nessas características.

Divisão funcional dos dispositivos de controle

A norma exige que os dispositivos de controle dos guindastes de lança sejam divididos nas seguintes áreas funcionais: Área de controle de elevação — alavanca de comando do mecanismo de elevação, botões de controle do freio, chave seletora de velocidade do tambor de cabo de aço; Área de controle de giro — alavanca de comando de giro, botão do freio de giro, chave de modo de rotação livre; Área de controle de variação de alcance — alavanca de comando do alcance (ou botões), dispositivo de intertravamento do limitador de alcance; Área de controle de deslocamento (guindaste portal) — alavanca de comando da translação da ponte, chave de controle do grampo de trilho, controle do dispositivo de ancoragem; Área de controle auxiliar — tela de exibição do anemômetro, painel do limitador de torque, equipamento de comunicação, botão da buzina, interruptor de iluminação. A distância física entre as áreas funcionais não deve ser inferior a 50 mm, e as alavancas de comando de diferentes funções devem ser distinguíveis por forma, cor ou dimensão, permitindo que o operador as identifique pelo tato durante a operação sem olhar.

Controle de elevação
Mão direita / alavanca principal
Puxar para trás: subir
Controle de giro
Mão esquerda / alavanca auxiliar
Empurrar p/ esq. ou dir.: girar
Controle de lança
Mesmo lado, diferenciado
Empurrar p/ frente ou trás: alcance
Controle de deslocamento
Controle independente
Translação da ponte
Exibição auxiliar
Torque / vento / ângulo
Painel frontal
Paragem de Emergência
Botão cogumelo vermelho
Cabine + controle remoto

Características de direção de operação detalhadas

Com base nos princípios gerais de direção de operação, a norma detalha os requisitos para os mecanismos específicos dos guindastes de lança: Mecanismo de elevação — puxar a alavanca para trás eleva a carga (o gancho sobe); empurrar para a frente desce a carga. Para guindastes portal com sistemas de elevação de gancho principal e gancho auxiliar, as alavancas devem ser dispostas lado a lado, com o gancho principal à esquerda e o auxiliar à direita, ambas com a mesma direção de operação. Mecanismo de variação do alcance — puxar a alavanca para trás diminui o alcance (a lança sobe); empurrar para a frente aumenta o alcance (a lança desce). Para guindastes de lança com variação de alcance por cabo de aço, a proteção contra "excesso de velocidade" na descida é particularmente importante: a velocidade de descida do alcance não deve exceder 1,2 vezes a velocidade de subida. Mecanismo de giro — empurrar a alavanca para a esquerda gira à esquerda; para a direita, gira à direita. O guindaste portal normalmente permite rotação contínua de 360°, mas devem ser instalados limitadores de ângulo de giro e sinalização de áreas proibidas de rotação. Translação da ponte — empurrar a alavanca (ou botão) para a frente desloca o guindaste para a frente; puxar para trás desloca para trás.

Controles específicos do guindaste portal

O guindaste portal é um dos guindastes de lança mais amplamente utilizados, e a norma estabelece requisitos para suas funções de controle específicas: O mecanismo de deslocamento do guindaste portal normalmente possui 8 a 16 rodas de translação acionadas por múltiplos motores elétricos. A norma exige que o controlador de deslocamento permita ajuste fino independente em cada um dos quatro cantos (para posicionamento preciso do guindaste nos trilhos). O guindaste portal deve ser equipado com intertravamento elétrico entre o grampo de trilho, o dispositivo de ancoragem e o controlador de deslocamento. Para guindastes portal de carga/descarga (operação com garra), o controle combinado dos dois tambores de elevação e abertura/fechamento deve oferecer dois modos de operação selecionáveis: "sincronização de tambor duplo" e "operação independente". As ações de escavação e elevação da garra devem preferencialmente ser controladas por uma única alavanca (um joystick que controla simultaneamente a coordenação dos dois tambores). A Kelude Indústrias Pesadas otimizou o layout do console de controle do guindaste portal de acordo com a norma, com ajuste fino do curso e do amortecimento das alavancas de comando, garantindo operação sem fadiga mesmo após mais de 8 horas de trabalho contínuo.

Guindaste Industrial Kelude

A Kelude é um fabricante profissional de guindastes industriais, dedicado a fornecer soluções de elevação eficientes e seguras para o setor industrial. Com foco em inovação tecnológica e rigoroso controlo de qualidade, os nossos produtos são amplamente utilizados em diversos cenários, como oficinas, armazéns e linhas de produção, ajudando os clientes a otimizar os fluxos de trabalho e aumentar a produtividade.

Design Robusto e Desempenho Fiável

Os nossos guindastes são projetados com uma estrutura robusta e componentes de alta qualidade, garantindo estabilidade e durabilidade mesmo sob condições de operação exigentes. O sistema de elevação oferece um controlo preciso da carga, assegurando movimentos suaves e seguros. Quer se trate de peças pequenas ou de equipamentos pesados, a Kelude oferece a solução de elevação certa para as suas necessidades.

Aplicações Versáteis para a Indústria

Projetados para uma ampla gama de aplicações, os guindastes Kelude são adequados para vários ambientes industriais, incluindo manutenção de máquinas, montagem de equipamentos e movimentação de materiais. A sua adaptabilidade e facilidade de operação tornam-nos uma mais-valia para qualquer operação que exija elevação de cargas com eficiência e segurança.

Perguntas Frequentes (FAQ)

P: Que tipos de guindastes industriais a Kelude oferece?
R: A Kelude oferece uma gama de guindastes industriais, incluindo pontes rolantes e guindastes de pórtico, configurados para atender a diferentes capacidades de carga e requisitos operacionais.

P: Os guindastes Kelude podem ser personalizados para aplicações específicas?
R: Sim, entendemos que cada operação é única. Oferecemos opções de personalização para adaptar os nossos guindastes a requisitos específicos de dimensão, capacidade e controlo.

P: Que medidas de segurança estão incluídas nos guindastes Kelude?
R: A segurança é uma prioridade máxima. Os nossos guindastes incorporam vários dispositivos de segurança, tais como proteção contra sobrecarga, limitadores de curso e botões de paragem de emergência, assegurando uma operação segura.

P: Que tipo de manutenção os guindastes Kelude requerem?
R: A manutenção regular é essencial para um desempenho duradouro. Fornecemos manuais de manutenção detalhados e suporte técnico para garantir que o seu guindaste opere de forma fiável durante todo o seu ciclo de vida.

Modelo Número de controles principais Controles especiais Posição de operação
guindaste portal 5~8alavancas de comando Garra Controle de alavanca única+deslocamento Ajuste fino nos quatro cantos Elevado Rotação Cabine do Operador
Guindaste de mastro 3~5alavancas de comando estai Tensão Monitoramento Operação no solounidade(s)
guindaste flutuante 4~6alavancas de comando Compensação de trim do casco+arfagem Compensação de trim do casco Elevado Cabine do Operador
Guindaste de convés 3~4alavancas de comando sistema hidráulico Controle proporcional Cabine de operação independente
Guindaste ferroviário 4~5alavancas de comando Trilho Frenagem+gabarito Monitoramento Rotação Cabine do Operador

Dispositivos de controle e salvaguardas

R: As normas estabelecem os seguintes requisitos para os dispositivos de controle e salvaguardas em guindastes de lança: limitador de momento de carga (LMI) — deve monitorar em tempo real a carga atual, a carga nominal, a taxa de carga, o alcance e o ângulo da lança, emitindo alerta precoce quando a taxa de carga atingir 90% e interrompendo os movimentos perigosos a 100%. Anemômetro — guindastes de pórtico de base e guindastes flutuantes devem ser equipados com anemômetro; quando a velocidade do vento exceder o valor permitido para operação (geralmente 20 m/s), deve ser acionado um alarme sonoro e visual e a parada automática dos mecanismos relevantes. Limitador de alcance — o mecanismo de variação do alcance deve possuir limitador de alcance de dois estágios (fim de curso de desaceleração e fim de curso de parada). Limite de giro — para guindastes de lança com faixa de rotação limitada (modelos sem rotação completa), deve ser instalado um limite de giro com amortecedores de parada. Paragem de emergência — botões de parada de emergência devem ser fornecidos tanto na cabine do operador quanto no posto de operação no solo.


Tabela comparativa da disposição dos dispositivos de controle em guindastes de lança

A tabela comparativa a seguir apresenta os parâmetros essenciais de configuração dos dispositivos de controle em guindastes de lança, servindo de referência para seleção e operação.

← Deslize a tabela para vê-la completa →
dispositivo de controleLançacondições de operaçãoPosição de instalaçãodireção de operação
Principal TalhajoystickElevação / Içamento/DescidaLado direitoElevação frontal e descida traseira
alavanca de comando do alcanceLança Inclinação (pitch)Lado esquerdoInclinação frontal e traseira
alavanca de comando de giroLança RotaçãoEsquerda/Lado direitoGiro frontal à esquerda e traseiro à direita
Paragem de EmergênciaCorte de energia geralFrenteBotão cogumelo vermelho

Perguntas frequentes

P: Porque é que o guindaste de lança tem mais dispositivos de controlo do que a ponte rolante e o pórtico?
R: O guindaste de lança (em particular o guindaste portal) exige normalmente mais movimentos operacionais: a ponte rolante e o pórtico necessitam apenas de controlar três direções — elevação, translação da ponte e translação do carro —, enquanto o guindaste portal requer o controlo de quatro direções principais: elevação, rotação, variação de alcance e translação da ponte. Em condições de operação com garra, é ainda necessário o controlo de sincronização entre os dois tambores de elevação e de abertura e fecho. Acrescem ainda os dispositivos auxiliares, como grampos de trilho, ancoragem e alarme de velocidade do vento, pelo que o número total de dispositivos de controlo é tipicamente 40% a 60% superior ao da ponte rolante e do pórtico, o que impõe requisitos ergonómicos mais exigentes na conceção do console de controlo.
P: O que é a função de "ajuste fino nos quatro cantos" num guindaste portal?
R: Durante o deslocamento do guindaste portal sobre o trilho, fatores como irregularidades no trilho e desgaste desigual das rodas podem provocar o fenómeno de roçamento da roda contra o trilho. A norma exige que o controlo do deslocamento disponha de uma função de ajuste fino independente nos quatro cantos — o operador pode controlar individualmente o motor elétrico de cada canto (ou de cada grupo de rodas motrizes), permitindo ajustes milimétricos da posição do guindaste sobre o trilho. Esta função é particularmente útil quando o guindaste portal necessita de posicionamento preciso no posto de carga e descarga. No modo de ajuste fino, as rodas de translação dos quatro cantos podem rodar em ambos os sentidos de forma independente, permitindo uma translação e rotação ligeiras do conjunto do guindaste.
P: Como é implementado o controlo de compensação num guindaste flutuante?
R: Quando um guindaste flutuante opera no mar ou em superfícies aquáticas, o movimento da embarcação induzido pelas ondas (arfagem, balanço transversal e longitudinal) provoca deslocamentos verticais no gancho (a arfagem pode atingir 1 a 2 m), comprometendo seriamente a precisão de posicionamento durante o içamento. O sistema de compensação hidráulica, com base nos sinais dos sensores de movimento da embarcação (unidade de medição inercial — IMU), controla ativamente o tambor de elevação para recolher ou libertar o cabo de aço, anulando o movimento de arfagem e mantendo o gancho estático em relação ao solo. A precisão de compensação situa-se normalmente dentro de ±100 mm. A compensação e o controlo de elevação normal partilham o mesmo joystick; quando o modo de compensação está ativo, o joystick comanda o movimento vertical do gancho em relação ao solo, e não o movimento relativo à embarcação.
P: Por que o controle por alavanca única é necessário em condições de operação com garra?
R: A grua de garras exige o controle simultâneo de dois mecanismos de acionamento: o tambor de elevação e o tambor de abertura e fechamento. Durante a fase de escavação, os dois tambores atuam em conjunto para que a garra penetre no material: o cabo de elevação mantém a tensão para evitar que a garra afunde excessivamente, enquanto o cabo de fechamento é tensionado para fechar a garra. Na fase de içamento, os dois tambores operam com velocidades sincronizadas, garantindo a elevação horizontal e estável da garra. Se dois joysticks independentes fossem usados para controlar cada tambor separadamente, a operação seria extremamente difícil e exigiria elevado nível de habilidade. Com o controle por alavanca única, a sincronização dos dois tambores é realizada automaticamente pelo sistema de controle elétrico, permitindo que o operador execute todo o ciclo — escavação, fechamento, elevação e abertura da garra — com apenas um joystick.

Artigos relacionados

contact

contact us

phone:
+86 13903802779

mail:3915269@qq.com

Working hours: Monday to Friday

Wechat
Wechat
SHARE
TOP