Norma GB/T 25850-2010 para Formação de Pessoal em Guindastes

Pontos-chave da normaA norma GB/T 25850-2010, "Guindastes — Formação de Pessoal Designado", é uma norma específica para a formação de operadores de guindastes. Define o conteúdo programático, as horas de formação, os métodos de avaliação e os requisitos de gestão de certificação para sinaleiros, amarradores de cargas e operadores de sinais (coletivamente designados como pessoal designado). A norma enfatiza que o pessoal designado é um elo indispensável na corrente de segurança das operações de içamento — segundo estatísticas, cerca de 70% dos acidentes com ferimentos em guindastes estão direta ou indiretamente relacionados a erros operacionais ou falhas de comunicação por parte do pessoal designado. Esta norma fornece a base técnica para que as unidades usuárias de guindastes estabeleçam um sistema de treinamento de pessoal padronizado, sendo uma norma de suporte essencial para a implementação do princípio de gestão de segurança de equipamentos especiais: "três implementações, dois certificados, uma inspeção".

A norma GB/T 25850-2010 é a norma específica para a formação de pessoal designado de guindastes, definindo o conteúdo programático e os requisitos de avaliação para sinaleiros, amarradores de cargas e operadores de sinais. O pessoal designado é um elo indispensável na corrente de segurança das operações de içamento — a operação segura de um guindaste não depende apenas da habilidade do operador, mas também da coordenação entre as funções de comando, amarração e transmissão de sinais. Esta norma é aplicável à formação e avaliação do pessoal designado de todos os tipos de guindastes (incluindo pontes rolantes, guindastes de pórtico, gruas de torre, guindastes móveis, etc.), constituindo uma base técnica fundamental para que as unidades usuárias estabeleçam sistemas de treinamento de funcionários e cumpram responsabilidades de gestão de segurança.

Interpretação da norma GB/T 25850-2010 para formação de pessoal designado de guindastes


Responsabilidades do Pessoal Designado

A norma GB/T 25850-2010 define claramente as responsabilidades das três categorias de pessoal designado. O sinaleiro é o coordenador geral da operação de içamento, responsável por elaborar o plano de içamento, selecionar os spreaders e lingas, emitir ordens de içamento e coordenar as operações das diversas partes, assumindo responsabilidade integral pela segurança de cada operação de içamento sob sua alçada. O amarrador de cargas, também denominado engatador ou amarrrador, é responsável pela amarração da carga, seleção dos pontos de içamento, conexão dos spreaders e operações de desengate — o seu trabalho influencia diretamente a estabilidade e a segurança da carga durante o içamento. O operador de sinais é o responsável pela transmissão de sinais quando a carga é movimentada para pontos distantes, assegurando a comunicação precisa dos comandos em ambientes com visibilidade limitada.

A norma enfatiza que as três categorias de pessoal designado devem ter funções claramente definidas e trabalhar de forma coordenada, formando uma cadeia de segurança fechada de "comando → amarração → sinalização" nas operações de içamento. Na prática, o sinaleiro usa braçadeira ou colete vermelho para identificação, enquanto amarradores de cargas e operadores de sinais usam identificação amarela e azul, respetivamente, para facilitar o reconhecimento rápido no local de trabalho. A norma estipula especificamente que, quando o peso da carga atinge 85% ou mais da capacidade nominal de elevação, no içamento de equipamentos de precisão, ou em operações em áreas perigosas (como zonas com operação cruzada de pessoal), a operação deve ser conduzida integralmente por um sinaleiro certificado, sendo proibido que outras pessoas emitam comandos por iniciativa própria. A Kelude Indústrias Pesadas, ao fornecer equipamentos de guindaste aos clientes, também auxilia na implementação de sistemas padronizados de gestão e treinamento do pessoal designado, garantindo a conformidade de segurança na fase de utilização.

Conteúdo Programático e Carga Horária

A norma estabelece uma classificação sistemática do conteúdo programático para a formação do pessoal designado. O conteúdo divide-se em duas categorias: conhecimentos teóricos e competências operacionais. Os conhecimentos teóricos incluem: estrutura básica e princípio de funcionamento de guindastes (4 horas); características e uso seguro de spreaders e lingas comuns (6 horas); fundamentos de mecânica de içamento e métodos de cálculo (8 horas); procedimentos de operação e normas de segurança para diversos tipos de operações de içamento (8 horas); análise de casos de acidente e procedimentos de manejo de emergência (4 horas); e legislação, regulamentos e sistema de normas relevantes (4 horas). A formação prática inclui: amarração de cargas e seleção de pontos de içamento (8 horas); prática de sinais de comando (gestos, bandeirolas, apitos, rádio) (8 horas); estágio de içamento em condições de operação típicas (12 horas); e simulações de emergência (4 horas).

A norma determina que a carga horária total de formação para sinaleiros não seja inferior a 60 horas, das quais pelo menos 30 horas de conhecimentos teóricos e 30 horas de competências operacionais. Para amarradores de cargas e operadores de sinais, a carga horária total não deve ser inferior a 48 horas. Na formação prática, o tempo de prática individual não deve ser inferior a 60% do total de horas práticas. Os formadores devem possuir qualificação técnica profissional de nível médio ou superior em equipamentos de elevação e experiência mínima de 5 anos em trabalhos relacionados com guindastes. O material didático deve abranger todo o conteúdo estipulado pela norma, elaborado com base na análise de casos de acidente típicos. A Kelude Indústrias Pesadas oferece pacotes de formação personalizados para pessoal designado, incluindo vídeos de interpretação da norma, sistemas de simulação operacional e bancos de questões de exame, permitindo que os clientes concluam a formação de forma eficiente.

Critérios de Avaliação e Certificação

A norma GB/T 25850-2010 define claramente os métodos de avaliação e a gestão de certificação do pessoal designado. A avaliação divide-se em duas partes: exame teórico e avaliação prática. O exame teórico é realizado em formato de exame escrito sem consulta ou por computador, com duração de 120 minutos, pontuação máxima de 100 e aprovação a partir de 70 pontos. As questões teóricas devem abranger todo o conteúdo programático estipulado pela norma, com a seguinte distribuição: conhecimentos básicos de guindastes — 25%; mecânica de içamento e conhecimentos de lingas — 25%; regulamentos de segurança e prevenção de acidentes — 30%; legislação e normas — 20%. A avaliação prática é realizada no local de trabalho, com uma comissão avaliadora (mínimo de 2 elementos) que pontua de forma integrada a elaboração do plano de içamento, seleção de pontos de içamento, métodos de amarração, operação de sinais e manejo de emergência do formando.

Após a aprovação, a entidade formadora ou o órgão de gestão do setor emite o certificado de conformidade de formação do pessoal designado. O período de validade do certificado é geralmente de 4 anos, sendo necessária a participação em formação de renovação e aprovação em novo exame para a sua prorrogação. A norma também prevê situações de cancelamento ou cassação do certificado — pessoas que causem acidentes por violação de procedimentos de operação, que reprovem duas vezes consecutivas na renovação ou que cometam fraude no exame devem ter o certificado cancelado ou cassado. A Kelude Indústrias Pesadas alerta os clientes para o facto de o certificado de formação do pessoal designado e o certificado de operador de equipamentos especiais (emitido pela supervisão de mercado) serem documentos distintos. O certificado de operador de equipamentos especiais é um requisito legal obrigatório, enquanto o certificado de formação da GB/T 25850-2010 é uma comprovação do nível de gestão interna da empresa — ambos são complementares, recomendando-se que os profissionais possuam os dois documentos.

Normas de Operação Segura

A norma estabelece normas de operação segura detalhadas para as atividades diárias do pessoal designado. Na fase de preparação do içamento, o sinaleiro deve confirmar que o guindaste e os spreaders estão em boas condições técnicas (verificando o checklist de inspeção de rotina registado pelo operador), confirmar o peso da carga (utilizando um dinamómetro quando necessário) e garantir que a área de trabalho está livre de pessoas e obstáculos, mantendo uma distância de segurança (não inferior a 0,5 m) dos equipamentos circundantes. Ao amarrar a carga, o amarrador deve selecionar os spreaders e pontos de içamento adequados com base na forma, posição do centro de gravidade e material da carga; para cargas com centro de gravidade desconhecido, deve realizar um içamento de teste para confirmar a sua posição, sendo rigorosamente proibido utilizar um único ponto de suspensão para içar cargas de formato irregular.

Na fase de execução do içamento, a norma estabelece o princípio das "Dez Regras de Proibição de Içamento" — não içar quando os sinais de comando não estiverem claros; não içar sem supervisão; não içar acima da capacidade nominal; não içar cargas mal amarradas; não içar com pessoas sobre a carga; não içar com dispositivos de segurança avariados; não içar em condições de pouca luz ou visibilidade reduzida; não içar ao ar livre com vento de intensidade igual ou superior ao nível 6; não içar com puxamento oblíquo; não içar cargas com arestas cortantes sem proteção. A transmissão de sinais deve seguir os sinais manuais padronizados (de acordo com a norma GB/T 5082-2019 "Sinais Manuais para Guindastes"); ao utilizar rádios, cada comando emitido deve ser repetido e confirmado pelo recetor. A Kelude Indústrias Pesadas fornece, na entrega dos equipamentos, um manual de operação segura completo para o pessoal designado e cartazes ilustrativos dos sinais de comando, facilitando a rápida assimilação dos procedimentos padronizados pelas equipas no terreno.

Prevenção de Acidentes e Resposta de Emergência

A norma atribui grande importância ao papel do pessoal designado na prevenção de acidentes e na resposta de emergência. No que diz respeito à prevenção, o pessoal designado deve possuir capacidade de identificação de fontes de perigo, reconhecendo os riscos mecânicos (esmagamento, cisalhamento, enrolamento, aprisionamento), riscos elétricos (choque elétrico, eletricidade estática), riscos ambientais (iluminação insuficiente, espaço de trabalho limitado, operação cruzada de múltiplos equipamentos) e riscos humanos (fadiga, distração, falhas de comunicação) nas operações de içamento. A norma recomenda a aplicação do método de "Análise de Segurança do Trabalho" (AST), com uma reunião prévia antes de cada operação de içamento para analisar os riscos potenciais de cada etapa e definir medidas preventivas; o formulário de AST deve ser arquivado para consulta.

Em termos de resposta de emergência, a norma exige que o pessoal designado domine os seguintes procedimentos: procedimento de emergência quando a carga para a meio do movimento (baixar lentamente a carga, delimitar a zona perigosa, diagnosticar a causa da avaria); procedimento de evacuação em caso de fratura súbita do cabo de aço (emitir sinal de parada de emergência, evacuar o pessoal, preservar o local); operação de emergência em caso de falha do freio (frenagem por inversão de fase, utilização do contrapeso ou pontos de ancoragem fixos para desaceleração); procedimento em caso de condições meteorológicas adversas súbitas (vento forte, chuva intensa, trovoada) — parar a operação, fixar a carga e baixar a lança. A norma também exige a realização de simulações de emergência pelo menos a cada seis meses, com registo do exercício e das retificações identificadas. Os guindastes da Kelude Indústrias Pesadas são equipados de série com botão de parada de emergência e dispositivo de alarme sonoro e visual; quando o operador aciona a parada de emergência, o sistema de controle regista automaticamente o momento e o estado da paragem, permitindo análise e rastreabilidade posteriores.

A Kelude Indústrias Pesadas não só fornece planos de formação para pessoal designado em conformidade com a norma GB/T 25850-2010, como também oferece serviços de treinamento de segurança personalizados para equipamentos e condições de operação específicas. Através de uma abordagem combinada de treinamento teórico, vídeos pedagógicos e simulação no local, a empresa ajuda os clientes a formar equipas de pessoal designado altamente qualificadas, estabelecendo a primeira linha de defesa da segurança nas operações de içamento ao nível dos recursos humanos. Ao selecionar um fornecedor de guindastes, recomenda-se avaliar prioritariamente se este dispõe de um sistema de serviço de treinamento abrangente e de materiais pedagógicos padronizados.

Funções designadas

  • Sinaleiro (coordenação geral)
  • Amarrador de cargas (fixação/amarração)
  • Sinaleiro (transmissão de sinais)
  • Funções bem definidas e responsabilidades claras

Horas de treinamento

  • Sinaleiro: mínimo de 60 horas
  • Amarrador/Sinaleiro: mínimo de 48 horas
  • Teóricas: 30 + Práticas: 30
  • Prática individual superior a 60% do total

Requisitos de avaliação

  • Exame teórico: nota mínima de 70 valores
  • Avaliação prática com pontuação global
  • Júri de avaliação com pelo menos 2 elementos
  • Renovação obrigatória a cada 4 anos

Dez Regras de Proibição de Içamento

  • Sobrecarga ou instruções pouco claras
  • Carga mal fixada ou com pessoas em cima
  • Dispositivo de segurança com defeito
  • Vento forte, carga inclinada ou visibilidade reduzida

Normas de segurança

  • Análise de segurança JSA antes da tarefa
  • Sinal manual padronizado
  • Confirmação de instruções por repetição via rádio
  • Uso de braçadeiras ou coletes de identificação

Manejo de emergência

  • Procedimento para carga parada a meia altura
  • Evacuação em caso de ruptura de cabo de aço
  • Operação de emergência em caso de falha de frenagem
  • Simulação de emergência semestral
ParâmetroValor
Capacidade nominal32 t
Vão livre22,5 m
Altura de elevação16 m
Velocidade de elevação5 m/min
Velocidade de translação da ponte20 m/min
Velocidade de translação do carro20 m/min
Modo de comandoCabina / comando por rádio
Classe de utilizaçãoISO 4301 / FEM 1.001 — M5 (A5)
Alimentação elétrica380 V / 50 Hz / trifásico
Norma de projetoISO 4301 / FEM 1.001
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Item de ComparaçãoGB/T 25850-2010requisitosPrática Comum das Empresas
horas de treinamentoNúmero Mínimo de Operadores de Sinalização60Horas de Treinamento, Sinalizador/Amarrador de Carga/Número Mínimo de Sinalizadores48Horas de TreinamentoA Maioria das Empresas Apenas2a3dias de Treinamento em Tempo Integral(aproximadamente16a24Horas de Treinamento)
método de avaliaçãoProva Teórica Fechada(não inferior a70pontos)+Avaliação PráticaFrequentemente Substituída por Prova Aberta ou Exame Oral
Corpo DocenterequisitosNível Intermediárioe acima Título Profissional,5anos de ExperiênciaSem Restrição, Às Vezes Ministrado por Funcionários Antigos
validade do certificado4ano(s), VencimentorenovaçãoA Maioria das Empresas Não Possuivalidade do certificado Gestão
Simulado de Emergênciaa cada6meses, no mínimo1vez(es)Geralmente0vez(es) ou Apenas na Admissão1vez(es)
Material Didático de TreinamentoNorma Conteúdo Completocobertura+caso de acidenteMaterial ou Equipamento Simplificado Produzido Internamente Manual
Recomendação KeludeEm Estrita Conformidade com Norma Estabelecer um Sistema Completosistema de treinamentocompatível / correspondente Material Didático Profissional+Treinamento em Simulador+avaliação Sistema

Perguntas Frequentes

P: Quais são as funções específicas do pessoal designado para operar o guindaste?

R: De acordo com a norma ISO 12480, o pessoal designado para o guindaste inclui três categorias. A primeira é o sinaleiro, responsável pela coordenação geral da operação de içamento, emitindo todas as ordens de elevação, translação e descida, funcionando como o "cérebro" de toda a operação. O sinaleiro deve dominar os parâmetros técnicos do guindaste, os conhecimentos básicos de mecânica de içamento, o uso seguro de todos os tipos de lingas e acessórios de elevação, bem como a elaboração de planos de emergência e a capacidade de coordenação no local. A segunda categoria é o amarrador de cargas (também conhecido como gancheiro), responsável pela amarração da carga, seleção dos pontos de içamento e pelas operações de engate e desengate do gancho. O amarrador deve dominar várias técnicas de amarração e o uso correto dos acessórios, identificando com precisão a posição do centro de gravidade da carga. A terceira categoria é o sinaleiro de comunicação, que atua na retransmissão dos sinais quando a visibilidade entre o sinaleiro principal e o operador da ponte rolante está obstruída, garantindo que as ordens cheguem corretamente ao operador. Na prática, em operações de pequeno porte, o sinaleiro pode acumular as funções de amarrador de cargas ou de sinaleiro de comunicação, mas em operações de grande porte (capacidade de elevação igual ou superior a 50t ou dimensões da carga iguais ou superiores a 10m), as três funções devem estar obrigatoriamente preenchidas.

P: Quais são os principais conteúdos do treinamento para o pessoal designado?

R: A norma ISO 12480 define que o conteúdo do treinamento para o pessoal designado se divide em duas categorias: conhecimentos teóricos e habilidades operacionais. Nos conhecimentos teóricos: a estrutura básica e o princípio de funcionamento do guindaste (incluindo a viga da ponte, mecanismo de elevação, mecanismo de translação, sistema elétrico, etc.), os parâmetros de desempenho e as condições de uso seguro dos acessórios de elevação (cabo de aço, cinta de elevação, olhal de elevação, manilha, viga de elevação, etc.), os conhecimentos básicos de mecânica (incluindo decomposição e composição de forças, princípio da alavanca, cálculo do centro de gravidade, cálculo de carga admissível, etc.), os procedimentos de operação segura para trabalhos com guindastes (incluindo as Dez Regras de Proibição de Içamento), a legislação e regulamentação aplicável (lei de segurança de equipamentos especiais, especificações técnicas TSG, etc.) e a análise de casos de acidente típicos. Nas habilidades operacionais: métodos de amarração de cargas (incluindo amarração paralela, amarração vertical, amarração de contêineres, amarração protetora para equipamentos de precisão, etc.), a seleção e verificação dos pontos de içamento (incluindo a localização do centro de gravidade, verificação através de içamento de teste, etc.), os sinais de comando padronizados (21 sinais manuais, 8 sinais com bandeira, 6 sinais sonoros com apito, bem como as normas de comunicação sem fio), simulação de treinamento em condições de operação típicas e exercícios de manejo de emergência.

P: Quais são os critérios de avaliação para o pessoal designado? E o que acontece em caso de reprovação?

R: A avaliação do pessoal designado é dividida em duas partes: teórica e prática. O exame teórico é realizado em formato de prova escrita sem consulta ou em computador, com pontuação máxima de 100 pontos, sendo considerado aprovado quem obtiver 70 pontos ou mais, com duração de 120 minutos. O conteúdo do exame teórico abrange todo o treinamento definido pela norma, incluindo conhecimentos básicos (25%), conhecimentos sobre lingas e segurança (25%), regulamentos de segurança e prevenção de acidentes (30%) e legislação e normas (20%). A avaliação prática é realizada por uma banca composta por, no mínimo, 2 avaliadores, que pontuam no local. O exame prático inclui a elaboração do plano de içamento, a seleção dos pontos de içamento, a amarração da carga, a operação dos sinais e o manejo de emergência. O critério de aprovação é uma pontuação total mínima de 70 pontos, sendo que nenhuma das partes individuais pode ter pontuação inferior a 60 pontos. Em caso de reprovação, o formando pode solicitar uma nova oportunidade de exame no prazo de 30 dias após o término do treinamento. Se a recuperação não for aprovada, será necessário repetir integralmente o treinamento antes de poder solicitar uma nova avaliação.

P: Quais são as responsabilidades de segurança e as ações proibidas para o pessoal designado?

R: A norma ISO 12480 define claramente as responsabilidades de segurança do pessoal designado: antes da operação, confirmar que o guindaste, os acessórios de elevação e as lingas estão em condições seguras; verificar se as condições ambientais do local (velocidade do vento, iluminação, obstáculos, etc.) atendem aos requisitos da operação; durante o içamento, monitorar continuamente o estado operacional do equipamento e as mudanças no ambiente ao redor, emitindo imediatamente uma ordem de parada em caso de qualquer anormalidade; após o içamento, garantir o correto posicionamento do equipamento e o registro da operação. As ações proibidas incluem: o sinaleiro não pode realizar atividades de comando sob efeito de álcool, medicamentos que afetem o julgamento ou em estado de fadiga extrema; não pode alterar ou ignorar arbitrariamente os comandos de alarme emitidos pelos dispositivos de segurança; não pode permanecer ou transitar sob a carga suspensa; não pode utilizar acessórios de elevação ou lingas não padronizados ou danificados; não é permitido transportar pessoas ou materiais soltos sobre a carga içada; não pode operar o guindaste acima da capacidade de carga nominal; não pode realizar operações forçadas em condições de visibilidade insuficiente ou sinais não claros; e, se for identificado um risco de segurança no guindaste, não pode ocultar a situação e continuar a operação.

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